terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Oferta
Te estendo a mão Para andares ao meu lado Darei te minha companhia Se for de teu agrado
Te seguirei enquanto me queres Pelos caminhos que traçar Mas não te acompanharei Se não ligas ao que estou a ofertar
Rede
Deitado na rede com tua cabeca em meu peito Estas a ouvir meus batimentos E eu a me viciar em teu perfume A tarde vai passando, luz diminuindo E ao cair da noite a brisa gelada causa arrepios
Te trago para perto Te ofereco meu calor Te quero ao meu lado Te dou meu amor
Mascaras de gesso
Mascaras de gesso Perdidas no tempo Preocupadas com o dia a dia Caricatas em seus defeitos e rugas Mas presas em sua expressão Andam sós em uma multidão Com suas varias caras Timidas, agrecivas, palidas Passam olhando para o nada Passam olhando para o chão Queria conhecer suas historias E não ve-las apenas andar na contramão
Ao relento
O que foi outrora Deixo para outra hora e agora não me preocupo mais
Com o tempo as pavras esfriam Perdem seu contexto e sentido Passam a meros dizerez ao vento
O tempo erode o que deixaste ao relento E se o tempo, vento, chuva e clima acabam com montanhas e colinas o que dizer sobre os fatos em nossas vidas
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Cai a noite e vejo vultos e sombras do que passou
noite agora presente com fresca brisa
outrora presente era o claro dia
quando via o que só lembro na escuridão
Logo será de madrugada, silenciosa, calma
e nela espero os primeiros raios da percepção
chagara a manha precedendo o novo dia
quando verei o que sobrou dos vultos
os que não se foram com as sombras e a escuridão
noite agora presente com fresca brisa
outrora presente era o claro dia
quando via o que só lembro na escuridão
Logo será de madrugada, silenciosa, calma
e nela espero os primeiros raios da percepção
chagara a manha precedendo o novo dia
quando verei o que sobrou dos vultos
os que não se foram com as sombras e a escuridão
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