segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Oferta

Te estendo a mão
Para andares ao meu lado
Darei te minha companhia
Se for de teu agrado
Te seguirei enquanto me queres
Pelos caminhos que traçar
Mas não te acompanharei
Se não ligas ao que estou a ofertar

Rede

Deitado na rede com tua cabeca em meu peito
Estas a ouvir meus batimentos
E eu a me viciar em teu perfume
A tarde vai passando, luz diminuindo
E ao cair da noite a brisa gelada causa arrepios
 
Te trago para perto 
Te ofereco meu calor
Te quero ao meu lado
Te dou meu amor

Mascaras de gesso

Mascaras de gesso
Perdidas no tempo
Preocupadas com o dia a dia
Caricatas em seus defeitos e rugas
Mas presas em sua expressão

Andam sós em uma multidão
Com suas varias caras
Timidas, agrecivas, palidas
Passam olhando para o nada
Passam olhando para o chão
Queria conhecer suas historias
E não ve-las apenas andar na contramão

Ao relento

O que foi outrora 
Deixo para outra hora
e agora não me preocupo mais 
 
Com o tempo as pavras esfriam
Perdem seu contexto e sentido
Passam a meros dizerez ao vento
 
O tempo erode o que deixaste ao relento
E se o tempo, vento, chuva e clima
acabam com montanhas e colinas
o que dizer sobre os fatos em nossas vidas

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Corra atrás de sonhos impossíveis...
Assim sempre estará em movimento...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cai a noite e vejo vultos e sombras do que passou
noite agora presente com fresca brisa
outrora presente era o claro dia
quando via o que só lembro na escuridão
Logo será de madrugada, silenciosa, calma
e nela espero os primeiros raios da percepção
chagara a manha precedendo o novo dia
quando verei o que sobrou dos vultos
os que não se foram com as sombras e a escuridão